O Brasil volta à pauta Em encontro formal, Ministro debate terceirização, geração de emprego e regulamentação 01/11/2016 12:31

fotosintelOntem (31), o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, esteve na Voxline em uma oportunidade para conhecer a atividade tanto em âmbito empresarial quanto operacional. Ele percorreu a área operacional da empresa acompanhado por seu presidente, Lucas Mancini. Ele se demonstrou surpreso com a infraestrutura da operação e as dificuldades da atividade.

Para um grupo de presidentes de empresas do setor, a convite do Sintelmark, o ministro foi enfático em comentários sobre as necessidades do atual governo em, num primeiro momento, reorganizar as instituições de forma a viabilizarem ambiente de sustentação sócio econômicas para o País voltar a crescer. "Reconhecemos a necessidade de atitude e desapego do Presidente Michel Temer que sempre prega não estar preocupado com a opinião pública, pois não planeja se reeleger. Está comprometido em promover as mudanças que o Brasil precisa, que são impopulares", destaca.

A questão da regulamentação da terceirização foi um dos principais assuntos da visita. "Com a regulamentação, a atração de investimentos será muito maior e contribuirá com a geração de empregos e competitividade", destacou Stan Braz, diretor executivo do Sintelmark. De acordo com o ministro, o governo retomou à mesa de discussão internacional, voltando a ocupar o Fórum Latinoamericano, no âmbito do Fórum de Davos, para a tomada de decisão global sobre o tema. "Participamos da sua sexta edição, em Medelín (Colômbia), e descobrimos que o Brasil só havia participado da abertura, e jamais acompanhou as discussões que devem levar a muitas decisões que vão interferir em nossa economia de forma direta", destacou. Pela importância, estavam presentes os presidentes da Colômbia e Argentina.

Mas, as discussões e apresentações entre o ministro e os representantes do setor não ficaram restrito a isso. Da terceirização passaram a outros assuntos fundamentais para a atividade. Entre eles, o impacto do PIS-Cofins, a desproporcionalidade do RAT em relação a outros setores x acidentes, os encargos sociais que o setor paga e não se beneficia, a regulamentação do teletrabalho, o impacto do aprendiz com o operador e o ministro se sensibilizou com o nível de empregabilidade da atividade e sobre a questão de ser maior empregador de primeiro emprego. "O que gera economia estável é o emprego e por isso o setor cumpre um papel muito importante", destacou.

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