Palavra do Sintelmark - 2007

O processo de privatização do setor de telecomunicações no Brasil, que ocorreu a partir de 1998, acelerou o crescimento das empresas de call center, concentradas principalmente no eixo São Paulo – Rio de Janeiro.
Pesquisa recente realizada pela Abrarec (Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente) e a E-Consulting sobre o mercado de relacionamento com o cliente reforça a realidade vivida por esse setor da economia que mais gera empregos: de cada quatro vagas geradas pela iniciativa privada, uma delas é ocupada por agentes de atendimento.
A pesquisa também mostra que os principais contratantes de call center são os setores financeiro e de telecomunicações (56%), seguidos de varejo, serviços e comércio (11%), Governo (9%) e demais segmentos com 34%.
Como presidente do Sintelmark, entendemos que é necessário realçar os fatores positivos do setor junto à população, que não se dá conta de quanto os serviços de teleatendimento fazem parte de seu cotidiano. Quando utilizamos os serviços bancários, de seguradoras, compras no varejo, telefonia e comércio eletrônico, entre outros, na realidade estamos acionando um teleatendente. Grande parte das atividades que realizamos no dia-a-dia é executada por meio dos serviços de call center e, o que poucas pessoas sabem, é que a maioria desses processos é realizada com cem por cento de satisfação.
Mais do que abrir novos postos de atendimento e gerar emprego, um dos objetivos do Sintelmark é apresentar o que há de positivo nos call center’s do país.

Marcelo Guerreiro

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